Lição 8 – A Evangelização dos Grupos Religiosos,cpad – Classe Adulto – 3º Trimestre 2016

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Texto Áureo

“Jesus respondeu: Na verdade, na verda­de te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.” (Jo 3.5)


Verdade Prática

Se todas as religiões fossem, de fato, boas e salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária. Só Jesus salva

INTRODUÇÃO

Evangelizar os religiosos é um dos maiores desafios da Igreja de Cristo no século XXI. Ao contrário do que supunham os racionalistas, o sentimento religioso do ser humano não foi destruído pelo avanço da ciência. Hoje, pessoas de todas as classes sociais continuam a procurar refúgio na religião.

Nessa busca, milhões de almas famintas deixam-se enredar por guias inescrupulosos, demónios e falsos deuses.

Falar de Cristo aos religiosos também é nossa missão. No Brasil, deparamo-nos com estes grupos altamente desafiadores e prioritários: católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados. Com base na ação evangelística de Cristo, veremos como falar da verdadeira religião aos religiosos.

 Ponto central

A Igreja do Senhor deve se empenhar para alcançar os grupos religiosos

I – OS MITOS DA RELIGIÃO

Genericamente, a religião é de­finida como um sistema doutrinário e litúrgico, que facilita o acesso do ser humano a Deus. A partir desse conceito, foram criados três mitos que barram o acesso do pecador ao céu.

1. Mito um: todas as religiões são boas

Não podemos afirmar que todas as religiões são boas. Vejamos, por exemplo, o caso de Moloque. Em sua adoração, os amonitas queimavam suas criancinhas (Lv 18.21; Jr 32.35). E, no culto a Baal-Peor, divindade venerada pelos midianitas e moabitas, os desregramentos sexuais não tinham limites (Os 9.10). A prática de tais abominações levaram o Senhor a castigar severamente a Israel (Nm 25). Vê-se, pois, que nem todas as religiões são boas.

2. Mito dois: todas as religiões le­vam a Deus

Com base nos casos mencio­nados no tópico anterior, como podemos alegar que todas as religiões levam a Deus? No tempo de Paulo, a civilização greco-latina dava-se ao culto aos demônios (l Co 10.20,21).

Hoje, não é diferente. Muitos são os que sacrificam animais e Viveres aos ídolos. E, nos últimos dias, a humanidade adorará a Besta, o Falso Profeta e o Dragão (Ap 13.4). Tais religiões não conduzem o homem a Deus. Muitos, declaradamente, prestam culto a Satanás.

3. Mito três: nenhuma religião é Verdadeira

Tiago afirma que a religião pura e imaculada é visitar os órfãos e viúvas em suas necessidades (Tg 1.27). Por conseguinte, não podemos nivelar, por baixo, a religião que nos foi con­cedida pelo Senhor, por meio de seus santos profetas e apóstolos.

Receber a Jesus como Único e Suficiente Salvador não faz da pessoa um religioso, mas sim alguém que foi transformado pela misericórdia divina.

II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS

Tendo como exemplo a ação evangelística de Jesus, vejamos como expor o Evangelho aos religiosos.

1. Não discuta religião

Ao rece­ber Nicodemos na calada da noite o Senhor Jesus não perdeu tempo discutindo os erros e desacertos do judaísmo daquele tempo. De forma direta e incisiva, falou àquele prínci­pe judaico sobre o novo nascimento (Jo 3.3). Sua estratégia foi certeira. Mais tarde, Nicodemos apresenta-se voluntariamente como discípulo do Salvador (Jo 7.50; 19.39).

Em vez de contender com os reli­giosos, fale que Cristo é a única solução para a humanidade caída e carente da glória de Deus.

2. Não deprecie religião alguma

Em seu encontro com a mulher samaritana, Jesus não depreciou a religião de Samaria, nem sublimou a de Israel, mas ofereceu-lhe prontamente a água da vida (Jo 4.10). A partir da conversão daquela religiosa, houve um grande avivamento na cidade, repercutindo pentecostalmente em Atos (At 8.5-14).

Se depreciarmos a religião alheia, não teremos tempo para falar de Cris­to, pois a evangelização exige ações rápidas e efetivas.

3. Mostre a verdadeira religião

Sem ofender a religiosidade de seus ouvintes, mostre, em Jesus Cristo, a verdadeira religião. Foi o que Paulo fez em Atenas. Tendo como ponto de partida o altar ao Deus Desconhecido, anunciou-Ihes Cristo como o único caminho que salva o pobre e miserável pecador (At 17.26-34). Se agirmos assim, teremos êxito na evangelização dos católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Precisamos alcançar os grupos reli­giosos, não discutindo ou depreciando religião alguma, mostrando a verdadeira religião, Cristo.


III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS


Na evangelização dos grupos acima mencionados, temos de adotar a estra­tégia certa, para que o nosso trabalho não redunde em fracasso. Daremos algumas informações, neste tópico, que poderão ser bastante úteis.

1. Católicos romanos

Embora normalmente cristãos, os católicos acham-se presos à idolatria, ao misticismo, boa parte deles, a um perigoso sincretismo.

Por isso, em sua evangelização, não ofenda Maria, nem os santos gerados por eles. Evite apontar a Igreja evangélica como superior à católica. Antes, exponha-lhes Jesus como o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6). Entregue-lhes folhetos com o endereço de sua igreja, para que os convertidos sejam bem discipulados.

2. Espíritas

Na evangelização dos espíritas e dos adeptos dos cultos afros, evite toda e qualquer discussão. Mas, com amor e sabedoria, convença-os, pela Bíblia, de que aos homens está or­denado morrerem uma única vez, e que o sacrifício de Jesus Cristo é suficiente para levar-nos ao Pai (Hb 9-27; l Pé 3.18).

3. Judeus e muçulmanos

Embora os judeus sejam o povo da promessa, eles são tão necessitados de Cristo quanto os muçulmanos (Rm 3.23). Por isso, prepare estratégias distintas e ade­quadas para ganhar tanto os primeiros quanto aos segundos. Na evangelização dos muçulmanos, não ofenda Maomé.

Todavia, não deixe de proclamar-lhes a supremacia de Cristo na salvação de todos os que creem (Rm 1.16).

4. Ateus

Apesar de os ateus se apresentarem como não religiosos e descrentes da existência de Deus, são tão religiosos quanto os demais homens. Não tente provar-lhes que Deus existe. Mas, com poder e graça, deixe-lhes bem claro que Jesus salva e liberta o mais vil dos pecadores. Contra o ateísmo, somente o Evangelho eficaz da graça divina.

5. Os desviados do Evangelho

Não nos esqueçamos dos que estão afastados do Evangelho. Se Cristo se deu por eles, empenhemo-nos, nós também, em sua recuperação plena (Mt 18.11; Lc 15.4).

CONCLUSÃO

Texto Áureo

“Jesus respondeu: Na verdade, na verda­de te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.” (Jo 3.5)

Verdade Prática

Se todas as religiões fossem, de fato, boas e salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária. Só Jesus salva


 INTRODUÇÃO

Evangelizar os religiosos é um dos maiores desafios da Igreja de Cristo no século XXI. Ao contrário do que supunham os racionalistas, o sentimento religioso do ser humano não foi destruído pelo avanço da ciência. Hoje, pessoas de todas as classes sociais continuam a procurar refúgio na religião.

Nessa busca, milhões de almas famintas deixam-se enredar por guias inescrupulosos, demónios e falsos deuses.

Falar de Cristo aos religiosos também é nossa missão. No Brasil, deparamo-nos com estes grupos altamente desafiadores e prioritários: católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados. Com base na ação evangelística de Cristo, veremos como falar da verdadeira religião aos religiosos.

 Ponto central

A Igreja do Senhor deve se empenhar para alcançar os grupos religiosos

I – OS MITOS DA RELIGIÃO

Genericamente, a religião é de­finida como um sistema doutrinário e litúrgico, que facilita o acesso do ser humano a Deus. A partir desse conceito, foram criados três mitos que barram o acesso do pecador ao céu.

1. Mito um: todas as religiões são boas

Não podemos afirmar que todas as religiões são boas. Vejamos, por exemplo, o caso de Moloque. Em sua adoração, os amonitas queimavam suas criancinhas (Lv 18.21; Jr 32.35). E, no culto a Baal-Peor, divindade venerada pelos midianitas e moabitas, os desregramentos sexuais não tinham limites (Os 9.10). A prática de tais abominações levaram o Senhor a castigar severamente a Israel (Nm 25). Vê-se, pois, que nem todas as religiões são boas.

2. Mito dois: todas as religiões le­vam a Deus

Com base nos casos mencio­nados no tópico anterior, como podemos alegar que todas as religiões levam a Deus? No tempo de Paulo, a civilização greco-latina dava-se ao culto aos demônios (l Co 10.20,21).

Hoje, não é diferente. Muitos são os que sacrificam animais e Viveres aos ídolos. E, nos últimos dias, a humanidade adorará a Besta, o Falso Profeta e o Dragão (Ap 13.4). Tais religiões não conduzem o homem a Deus. Muitos, declaradamente, prestam culto a Satanás.

3. Mito três: nenhuma religião é Verdadeira

Tiago afirma que a religião pura e imaculada é visitar os órfãos e viúvas em suas necessidades (Tg 1.27). Por conseguinte, não podemos nivelar, por baixo, a religião que nos foi con­cedida pelo Senhor, por meio de seus santos profetas e apóstolos.

Receber a Jesus como Único e Suficiente Salvador não faz da pessoa um religioso, mas sim alguém que foi transformado pela misericórdia divina.

II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS

Tendo como exemplo a ação evangelística de Jesus, vejamos como expor o Evangelho aos religiosos.

1. Não discuta religião

Ao rece­ber Nicodemos na calada da noite o Senhor Jesus não perdeu tempo discutindo os erros e desacertos do judaísmo daquele tempo. De forma direta e incisiva, falou àquele prínci­pe judaico sobre o novo nascimento (Jo 3.3). Sua estratégia foi certeira. Mais tarde, Nicodemos apresenta-se voluntariamente como discípulo do Salvador (Jo 7.50; 19.39).

Em vez de contender com os reli­giosos, fale que Cristo é a única solução para a humanidade caída e carente da glória de Deus.

2. Não deprecie religião alguma

Em seu encontro com a mulher samaritana, Jesus não depreciou a religião de Samaria, nem sublimou a de Israel, mas ofereceu-lhe prontamente a água da vida (Jo 4.10). A partir da conversão daquela religiosa, houve um grande avivamento na cidade, repercutindo pentecostalmente em Atos (At 8.5-14).

Se depreciarmos a religião alheia, não teremos tempo para falar de Cris­to, pois a evangelização exige ações rápidas e efetivas.

3. Mostre a verdadeira religião

Sem ofender a religiosidade de seus ouvintes, mostre, em Jesus Cristo, a verdadeira religião. Foi o que Paulo fez em Atenas. Tendo como ponto de partida o altar ao Deus Desconhecido, anunciou-Ihes Cristo como o único caminho que salva o pobre e miserável pecador (At 17.26-34). Se agirmos assim, teremos êxito na evangelização dos católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Precisamos alcançar os grupos reli­giosos, não discutindo ou depreciando religião alguma, mostrando a verdadeira religião, Cristo.


III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS


Na evangelização dos grupos acima mencionados, temos de adotar a estra­tégia certa, para que o nosso trabalho não redunde em fracasso. Daremos algumas informações, neste tópico, que poderão ser bastante úteis.

1. Católicos romanos

Embora normalmente cristãos, os católicos acham-se presos à idolatria, ao misticismo, boa parte deles, a um perigoso sincretismo.

Por isso, em sua evangelização, não ofenda Maria, nem os santos gerados por eles. Evite apontar a Igreja evangélica como superior à católica. Antes, exponha-lhes Jesus como o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6). Entregue-lhes folhetos com o endereço de sua igreja, para que os convertidos sejam bem discipulados.

2. Espíritas

Na evangelização dos espíritas e dos adeptos dos cultos afros, evite toda e qualquer discussão. Mas, com amor e sabedoria, convença-os, pela Bíblia, de que aos homens está or­denado morrerem uma única vez, e que o sacrifício de Jesus Cristo é suficiente para levar-nos ao Pai (Hb 9-27; l Pé 3.18).

3. Judeus e muçulmanos

Embora os judeus sejam o povo da promessa, eles são tão necessitados de Cristo quanto os muçulmanos (Rm 3.23). Por isso, prepare estratégias distintas e ade­quadas para ganhar tanto os primeiros quanto aos segundos. Na evangelização dos muçulmanos, não ofenda Maomé.

Todavia, não deixe de proclamar-lhes a supremacia de Cristo na salvação de todos os que creem (Rm 1.16).

4. Ateus

Apesar de os ateus se apresentarem como não religiosos e descrentes da existência de Deus, são tão religiosos quanto os demais homens. Não tente provar-lhes que Deus existe. Mas, com poder e graça, deixe-lhes bem claro que Jesus salva e liberta o mais vil dos pecadores. Contra o ateísmo, somente o Evangelho eficaz da graça divina.

5. Os desviados do Evangelho

Não nos esqueçamos dos que estão afastados do Evangelho. Se Cristo se deu por eles, empenhemo-nos, nós também, em sua recuperação plena (Mt 18.11; Lc 15.4).

CONCLUSÃO

Falar de Cristo aos religiosos não é tarefa simples, mas necessária e urgente. Por essa razão, prepare-se adequadamente, visando alcançar os grupos mencionados e, também, outros, dentro e fora do país. Ninguém pode ser esquecido em nossas ações missionárias e evangelísticas.

Falar de Cristo aos religiosos não é tarefa simples, mas necessária e urgente. Por essa razão, prepare-se adequadamente, visando alcançar os grupos mencionados e, também, outros, dentro e fora do país. Ninguém pode ser esquecido em nossas ações missionárias e evangelísticas.